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15
fevereiro
2016
Banco de tecidos reaproveita sobras de materiais especiais
Desperdiça-se toneladas de tecidos
O Banco de tecido reaproveita sobras

Em janeiro de 2015,  Lu Bueno criou o Banco de Tecido, na Vila Leopoldina, zona Oeste de São Paulo. O Banco é uma loja que vende, a quilo, sobras de boa qualidade de materiais já usados por ela e outros colegas de profissão. ”Sempre guardei o que restava e, quando vi, tinha quase uma tonelada de tecidos acumulada", conta Lu, cenógrafa e figurinista que já soma 25 anos de carreira. "Comecei a trocar com alguns amigos e então percebi que tinha um bom negócio em mãos."

Buscando uma forma de lidar com esse estoque, ela encontrou com o Banco de Tecido, uma solução para reaproveitar o que estava parado. Em paralelo, profissionalizou-se, fazendo um curso de empreendedorismo no Sebrae, antes de abrir o negócio.

Além do preço baixo (R$ 35,00 o quilo do tecido), a vantagem é que se encontram lá materiais que não podem ser encontrados facilmente no varejo. Entre seus maiores clientes estão os profissionais da moda, estilistas e costureiras, além de figurinistas que trabalham em teatro.

Os consumidores também podem ser doadores de sobras e trocá-las por creditou na loja. Evitar o desperdício é um dos pontos-chave do consumo consciente, segundo Helio Mattar, presidente do Instituto Akatu.

Com a intenção de expandir o projeto, Lu criou um selo, que batizou de 'Tecido de reúso para uso'. "A ideia é que os criadores coloquem a etiqueta na peça feita com nosso tecido, pois, mais do que lucrar, quero vender a ideia da importância da reutilização", diz Lu.   

O escritório e estoque principal do Banco, hoje em dia, está sob os seus cuidados. Fica localizado no mesmo espaço onde ela desenvolve seus projetos paralelos ao banco, como espetáculos de teatro e outras produções.

http://bancodetecido.com.br
Endereço: Rua Campo Grande, 504, V. Leopoldina Horário de Atendimento: de 2ª a 6ª das 9:30 às 18h
Contato: bancodetecido@lupa.art.br ou 11 4371-3283 Falar com: Andressa Burgos ou Lu Bueno

Referências:
http://saopaulosao.com.br/negocios-criativos/119-um-banco-para-troca-de-restos-de-tecido.html
http://vida-estilo.estadao.com.br/noticias/moda,banco-de-tecido-oferece-sobras-de-material-a-r-35-o-quilo,1711253
https://www.facebook.com/banco-de-tecido-581735865226676/=

11
fevereiro
2016
Escorpiões na cidade de São Paulo?

Não bastasse a preocupação com os mosquitos, começaram a ocorrer, há cerca de um ano, mais casos de aparecimento de escorpiões em residências da Grande São Paulo.

Mas calma! Não precisa se afobar. Eles não atacam à toa. Apenas se forem molestados, se se sentirem em perigo. Assim, basta ficar atento e tomar algumas precauções.

Segundo registros científicos, os escorpiões existem há mais de 400 milhões de anos e, atualmente, já estão catalogadas cerca de 1600 espécies; só no Brasil são 140 - e, dentre essas, destacamos duas, o Tityus bahiensis (escorpião marrom) e o Tityus serrulatus (escorpião amarelo), comuns em nossa cidade.

Os escorpiões são animais terrestres, de atividade noturna, que se escondem durante o dia em locais com terra, sombreados e úmidos; troncos de árvores; pedras; tijolos; construções; frestas de muros; dormentes de estradas de ferro; lajes de túmulos, entre outros.

Para se alimentarem,  capturam e matam animais, como baratas, grilos, cupins, aranhas de porte médio etc. As espécies comuns em nossa cidade estão bem adaptadas ao ambiente urbano, onde seu principal alimento é a barata.Seus inimigos naturais as corujas são gaviões, sapos, algumas espécies de aranha e lagartos, entre outros.

Ciclo de vida

A fêmea é vivípara, isto é, os filhotes desenvolvem-se dentro da mãe e o nascimento efetua-se por meio de parto, sendo a gestação de 2 a 3 meses, dependendo da espécie.

Uma ninhada pode ter até 20 filhotes, os quais ficam nas costas da mãe até conseguirem se alimentar sozinhos. Os filhotes ficam adultos com cerca de um ano de idade e os escorpiões vivem em média 3 a 4 anos.

Todas as espécies podem inocular veneno pelo ferrão, sendo considerados animais peçonhentos. A gravidade do envenenamento varia conforme o local da picada e a sensibilidade do acidentado e só um médico poderá avaliar e tomar decisões sobre o tratamento a ser ministrado. Tais acidentes geralmente ocorrem quando se manuseia material de construção ou entulho em residências e são mais comuns na primavera e no verão.

Suas cores variam do amarelo-palha ao negro total, passando por tons intermediários, como o amarelo-avermelhado, vermelho-amarronzado, marrom e tons de verde ou mesmo de azul.

Curiosidade

Quando há falta total de alimento, os animais desta espécie praticam o canibalismo para sobreviver, ou seja, devoram seus semelhantes. Os escorpiões conseguem comer quantidades imensas de alimento, mas conseguem sobreviver com 10% da comida de que necessitam, podendo passar até um ano sem comer e consumindo pouca água. quase nada durante sua vida inteira.

Previna os acidentes

O ataque de um escorpião, dependendo da espécie, pode ser muito grave, até para uma pessoa adulta. Como só atacam o ser humano quando se sentem acuados, anote algumas medidas básicas para evitar acidentes:

- Sacuda e examine calçados, toalhas e roupas antes de usar;

- mantenha limpos os locais próximos a residências, como quintais, jardins, sótãos, garagens e depósitos, evitando acúmulo de lixo, folhas, entulhos e materiais de construção;

- mantenha o ambiente familiar livre de baratas, reconhecidas como um dos principais alimentos dos escorpiões nos centros urbanos, acondicionando o lixo em recipientes fechados

- não coloque mãos e pés dentro de buracos, montes de pedras ou lenhas;

- use sempre calçados e luvas nas atividades de jardinagem;

- use telas em portas e janelas, se possível, e rolos de areia nas soleiras

- use ralos protetores;

- mantenha as camas a uma distância mínima de 10 cm das paredes.

Se encontrar um escorpião

Como veneno contra insetos não ajuda e não mata o bicho, o recomendado é que, ao se deparar com um, seja feita uma ação mecânica que mate o animal (chinelada ou batida com outro objeto pesado).

Caso necessite de orientação médica, acesse o serviço 24h do instituto Butantã, gratuito:
(11) 3723-6969
(11) 2627-9529
(11) 2627-9530
fax: (11) 2627-9528

Referências
http://www.aprag.org.br/index.php/para-o-consumidor/as-pragas-urbanas/43-para-o-consumidor/pragas-urbanas/165-escorpiao
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/vigilancia_em_saude/controle_de_zoonoses/animais_sinantropicos/index.php?p=4504
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2016/01/escorpioes-tiram-sono-de-moradores-de-casas-em-sao-paulo.html
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/infestacao-de-escorpiao-deve-aumentar-70-em-dois-anos=

dosite http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/08/1499052-moradores-da-regiao-da-lapa-em-sp-reclamam-de-infestacao-de-escorpioes.shtml
5
fevereiro
2016
Carnaval de rua em SP
postado sob cultura
baressp.com.br
Bloco Vai Quem Quer, na Vila Madalena, em 2015
Amauri Nehn/PhotoRioNews
Alessandra Negrini à frente do Acadêmicos do Baixo Augusta, em 2014
Blog do Iba Mendes
Carnaval de rua em SP, no início do século 20

O Carnaval de rua de São Paulo, em 2016, oferece extensa programação promovida pela Secretaria Municipal de Cultura (SMC): entre os dias 6 e 9 de fevereiro, cinco palcos distribuídos pela cidade apresentam shows musicais com artistas e bandas residentes e convidados (como o Batida DJ Set, de Portugal) além dos próprios blocos de rua.

No Carnaval do ano passado, a SMC promoveu o Baile da Batata. A ideia foi um sucesso e este ano foi replicada, com a ampliação dos palcos com shows em todas as regiões da cidade: Pirituba (zona norte), M’Boi Mirim (zona sul), Itaquera (zona leste) e Vale do Anhangabaú (centro), além do seu local original, o Largo da Batata, em Pinheiros.

No Largo da Batata, o grupo feminino Orquídeas do Brasil – nome dado por Itamar Assumpção à banda que o acompanhava no início dos anos 1990– e a cantora Anelis Assumpção, filha de Itamar, são os mestres de cerimônia e apresentam um show com músicas típicas de Carnaval. Em cada dia do feriado, revezam-se diversos artistas no local, assim como blocos carnavalescos, que também se apresentam para animar a festa.

No Vale do Anhangabaú (região central) , a programação do feriado terá uma abertura especial, dia 6, por meio de um intercâmbio inédito com o Festival Rec-Beat, que existe há mais de vinte anos e consolidou-se como um dos mais importantes festivais independentes do Brasil, promovido regularmente durante o feriado de Carnaval, no Recife.

No domingo, o palco Anhangabaú será encerrado com a Orquestra Brasileira de Música Jamaicana, que convida o cantor Samuel Rosa, do grupo Skank, para uma participação.. 

O palco Taipas, zona Norte de São Paulo, terá como banda residente Os Opalas, que convidam artistas como Paula Lima, Bebeto, Nereu e Sandra de Sá. A abertura é sempre com um bloco convidado.

O palco Itaquera, na zona Leste, terá a banda Glória como residente no sábado, domingo e terça-feira, recebendo convidados como Elza Soares (dia 6),  Pepeu Gomes (dia 7) e Otto (dia 9).

Em M’Boi Mirim, zona Sul, a banda Sandália de Prata, que há 10 anos transita com qualidade pelo samba-rock, gafieira e partido alto, com temperos de jazz, soul e rap, comanda o encerramento, no sábado, domingo e terça-feira, também sempre recebendo um convidado. 

No sábado, a Casa de Cultura da Freguesia do Ó (zona Norte) recebe o Bloco Urubó para um baile de Carnaval.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA:
http://carnavalderua.prefeitura.sp.gov.br

 

 

 

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