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postado sob EF1, esporte, Ítaca
Beisebol Itaca 1
Beisebol Itaca 3
Beisebol Itaca 2
Beisebol Itaca 2

Lucas Takahashi Uru, aluno do 4º EF1,  foi convocado para integrar a Seleção Brasileira de Beisebol 2018, categoria pré-infantil (8 a 10 anos).
A seleção participará do XXIII Campeonato Pan-Americano na Nicarágua. 

Lucas iniciou a brincadeira no beisebol aos 7 anos e não parou mais, tamanha a paixão que o envolveu (e aos pais também) neste esporte. 

Seu time Cooper Clube foi campeão da Taça Brasil 2017 e sagrou-se vice campeão na Taça Brasil 2018. Lucas foi premiado como 3º melhor rebatedor e arremessador destaque do torneio deste ano.

O beisebol, por ser um esporte coletivo completo, estimula muito o espírito de equipe, companheirismo, disciplina, organização, agilidade, coordenação, raciocínio rápido, etc... Além de ser agradável por ser praticado ao ar livre e em áreas verdes, estimula também a integração familiar.

Parabéns, Lucas!

Caetano, aluno da 5ª ano EF1, do Ítaca, resolveu escrever uma redação pra apresentar na aula de Ciências, para alertar os amigos sobre a questão do uso do plástico e os danos ao meio ambiente. A inspiração surgiu quando conheceu mais a fundo o projeto Último Canudo, apresentado a ele e ao irmão João, aluno do 7º ano, pela sua tia, assessora de vereador que luta por causas ambientais. 

Ele resolveu ampliar o diálogo e impactar mais pessoas (os amigos) com suas palavras. Mas a redação acabou também nas mãos da coordenadora do projeto em São Paulo, que convidou ele e seu irmão a participarem de um vídeo sobre o tema.

O resultado abriu uma audiência pública sobre o consumo de plástico na cidade de são Paulo. Assista ao vídeo e abrace, você também, esta causa! 

Veja outos links sobre o assunto:

https://www.nexojornal.com.br/expresso/2016/06/09/Por-que-o-uso-de-canudos-está-se-tornando-um-problema-global
http://thegreenestpost.com/iniciativas-internacionais-tentam-mudar-o-grande-problema-dos-canudos-de-plastico/
https://www.akatu.org.br/noticia/california-pretende-proibir-oferta-de-canudos-de-plastico-em-restaurantes/

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Brasília: o que existia como ambientação era isso, o horizonte do cerrado, aquele céu imenso, de modo que a arquitetura do Oscar é que criou a paisagem. Não havia paisagem, a paisagem era uma paisagem arquitetônica criada pelo gênio do Oscar com aquela beleza arquitetônica idealista dele.

 Lúcio Costa – Urbanista

 

ALGUMAS PALAVRAS

Em geral as cidades nascem para a história. No caso de Brasília, a história é que se fez cidade. (Osvaldo Orico)

Durante os anos 50, o Brasil viveu um clima de esperança presente em todas as esferas da vida político-social. A pauta central dos debates era o desenvolvimento do País, o que significava tentar superar a desigualdade social, o atraso cultural e o subdesenvolvimento econômico. Um desafio que se refletia nas posições renovadas de vários setores da sociedade civil, resultado de novos pensares, agentes sociais e aprimoramento de diferentes ramos do conhecimento. A industrialização empreendida no decorrer daquela década trouxe a ideia de modernização: tratava-se de modernizar pensamentos, hábitos, modo de vida, artes, ciências, arquitetura, as cidades. O “inchaço” dos centros urbanos começava a transformar a feição e ecoavam as palavras do então Presidente da República Juscelino Kubitscheck (1956-1960): “os ventos começam a ser propícios. O Brasil é uma nação que nasceu para ser poderosa. Nada deterá a nossa marcha”. A marcha precisava de um símbolo do desenvolvimento. Brasília, a nova capital, tomaria forma física como metassíntese ou, como diria Caetano Veloso em “Tropicália”, “o monumento de papel crepom e prata”.

Nosso convite aos alunos do 2º ano do Ensino Médio foi o de (re)conhecer a capital do País e tentar entender sua dinâmica de funcionamento, observar suas diversas dimensões, andar, olhar, conversar, vivenciar um tantinho a cidade e suas muitas populações Também estudar um pouco o entorno, na figura de cidades-satélite e do ambiente do cerrado. O projeto, multidisciplinar, envolveu Matemática, Química, Biologia, História, Geografia, História da Arte e Língua Portuguesa.

O PROJETO

1ª etapa: Pré-campo, pesquisas, seminários (em grupos) e discussões sobre temas que variam de “O cerrado, berço das águas” a “Geometria e Arquitetura”.

2ª etapa: Campo, fotos; conversas com parlamentares (como Chico Alencar (PSOL) e Alberto Fraga (DEM)); simulação de trabalho como parlamentares na Comissão do Meio Ambiente; medições e descrição do bioma cerrado; oficina de percussão fazendo soar a cultura da região...

3ª etapa: Pós-campo,  a cidade e o cerrado trazidos para o Colégio sob a forma de reportagens, criação do caderno Veredas, exposição de fotos, desenhos etc., além de outras intervenções artísticas.

POR QUE BRASIL:VEREDAS

Há as verdes veredas e, metaforicamente, há outras tantas inúmeras veredas, em muitos graus e naturezas, nessa cidade. Vejam, no verbete abaixo, se a palavra retrata ou não as várias Brasílias: do cerrado, da política, da arquitetura, do planejamento, de quem a construiu, de quem a povoa hoje...

 

Vereda

Caminho apertado (desprovido de espaço); sendeiro.

Caminho alternativo através do qual se consegue chegar mais rápido a um determinado local; atalho.

Terreno alagadiço ou brejo, normalmente localizado perto da encosta de um rio e encoberto por uma vegetação rasteira. [Regionalismo: Goiás] Grande extensão de terra plana, localizada ao longo de um rio.

[Regionalismo: Minas Gerais e Centro-Oeste] No cerrado, fluxo de água cercado por buritis (planta).

[Figurado] O direcionamento ou caminho que alguém segue em sua vida; rumo: sua vida tomou uma vereda inexplicável.

[Figurado] Circunstância; momento ou oportunidade

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