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30
novembro
2017
Lista completa de livros no terminal web e em um site de vendas
postado sob EF1, EF2, EM, Ítaca

A lista de livros do Ítaca para o ano de 2018 já está disponível no terminal web. Basta fazer o login no nosso site, com sua senha. Caso seja pai de aluno do Ítaca e não possua senha, peça a sua na secretaria.

Sse for de seu interesse, o site da Livro Fácil tem a lista completa para compra no link: http://www.livrofacil.net/colegio/291/itaca . Em "código fornecido pelo colégio", coloque: Itaca2018. Em seguida, selecione o ano a cursar, e a lista aparecerá, junto com as condições de desconto e pagamento.

21
novembro
2017
Astronomia no Expressão, Corpo e Cultura 2017 - Astrouvelotnomia
18
novembro
2017
O Expressão, Corpo e Cultura 2017 - o que é e como foi - fotos gerais

Para além dos jogos, da dança e dos movimentos, pensar o corpo como parte de uma cultura envolve aspectos como a inserção do indivíduo no meio em que vive; a influência exercida por esse ambiente em sua constituição física, emocional e mental; a percepção da diversidade; além do desenvolvimento de olhares críticos, frente, por exemplo, à obsessão contemporânea de buscar o corpo "perfeito". 

Expressão, Corpo & Cultura é, assim, um evento anual que busca atuar essencialmente com as linguagens corporais, entendendo o corpo como forma de expressão por meio da qual refletem-se traços de nossa e de variadas culturas. 

Para isso traz convidados que expressam sua arte por meio do corpo ou mostram outras formas de olhar para esse corpo. Nesse sentido, apresentações que envolvem danças, artes marciais, esportes e outras expressões dos saberes e atitudes corporais passam pelo nosso espaço nesse dia. Ainda como expressão, uma exposição de trabalhos dos alunos de EF2 e EM, em diversos formatos, completa o encontro de familiares, artistas, alunos e professores, agregando arte e diversidade a essa atitude frente ao corpo e à consciência que dele tomamos.

Foram muitas atividades, momentos e trabalhos expostos, que serão contemplados aos poucos em nossas galerias.

10
novembro
2017
9º EF e do 3º EM do Ítaca nas gravações de aniversário do Programa do Porchat

No dia 16 de outubro, os alunos do 9º EF e do 3º EM do Ítaca foram convidados a participar das gravações da edição de aniversário do Programa do Porchat, nos estúdios da Rede Record.

Foi uma tarde bem longa e divertida!  E, entre piadas, risadas e aplausos, nossos alunos aprenderam muito também, entrando em contato com os bastidores da produção de um programa televisivo.

Participamos das gravações de três programas que foram ao ar nos dias 16, 17 e 18 de outubro.

 

11
outubro
2017
4ª edição do Vivenciando as Ciências - oficinas, palestras, conversas, exposições e demonstrações de experimentos

O 4º Vivenciando as Ciências aconteceu no dia 7 de outubro, sábado. Centrado em temas das Ciências da Natureza, o evento é um encontro bianual, composto de oficinas, palestras, conversas, exposições e demonstrações de experimentos, feitos por alunos, professores e pais do Ítaca.
São inúmeras atividades ligadas a distintas áreas e subáreas do conhecimento científico: física (acústica, resistência dos materiais, etc), biologia (microbiologia, botânica, etc), química, astronomia, oceanografia, medicina, ciências biomédicas, psicologia, educação, nutrição, etc.   

O evento foi muito divertido e dinâmico e, além da apresentação de profissionais das distintas áreas, por um dia os alunos do EF1, EF2 e EM também foram professores e pesquisadores, ocupando os espaços da escola com seus trabalhos e experimentos e explicando os diversos fenômenos científicos para os visitantes.

Além do contato com uma grande riqueza de conhecimentos, o intercâmbio com profissionais das diferentes áreas colocou os estudantes em contato com a realidade da vida profissional, ajudando a refletir sobre suas possíveis carreiras.

Veja abaixo alguns temas abordados nas palestras e atividades do evento deste ano:

APRESENTAÇÃO DE ALUNOS:

Experimentos de Física e Química
Alunos do Ensino Médio

Experimentos de Biologia
Alunos do Ensino Médio

Experimentos de Ciências
Alunos do Ensino Fundamental 2

Exposição de trabalhos do EF1
1º EF: Os nossos sentidos
2º EF: Pesquisando as plantas do Ítaca
3º EF: Terrários e aquário de plantas
4º EF: Modelos de fósseis
​5º EF: Biomas brasileiros

 

APRESENTAÇÃO DE PROFISSIONAIS:

Pesquisa Científica na Antártica – Introdução Um breve histórico do continente antártico, suas peculiaridades e as pesquisas que são desenvolvidas lá, incluindo as pesquisas brasileiras.
José Roberto Machado Cunha da Silva
Prof. Dr. do Laboratório de Histofisiologia Evolutiva
Departamento de Biologia Celular e do Desenvolvimento
Instituto de Ciências Biomédicas - USP

Exercício Físico nas Doenças: Lições do Coração
Patrícia Chakur Brum
Profa. Dra. do Laboratório de Fisiologia Cel Mol. do Exercício
Escola de Educação Física e Esporte da USP

Dinâmica de Populações e Teoria do Caos
A interface entre física e biologia - particularmente ecologia. 
Prof. Fabio Stucchi Vannucchi
Físico - Docente da Unesp

Inteligência Artificial
Como a inteligência artificial está influenciando o mercado de trabalho? 
Como deverá ser o perfil profissional no futuro próximo? 
Estamos em meio a uma nova revolução industrial? 
Esta palestra não tem as respostas a todas estas perguntas, mas servirá como uma amostra do que já está acontecendo nos mercados brasileiro e global no que diz respeito à inteligência artificial e à nova economia, e como as profissões estão sendo afetadas.
Pávio Domiciano Muniz

As Ciências do Mar
As ciências do mar e a profissão do cientista do mar -  biologia marinha, ecossistemas no ambiente aquático, o aquecimento global e a acidificação dos oceanos.
Gabriela Tavares
Bacharel Interdisciplinar em Ciências e Tecnologia do Mar
Mestranda em Biodiversidade e Ecologia Marinha e Costeira
Univ. Federal de SP – Campus Baixada Santista

Valorize seu Intestino: Ele Pode Ajudar a Perder Peso, Combater Alergias e Doenças Neurológicas
Caroline Marcantonio Ferreira
Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas 
Laboratório Multidisciplinar em Saúde e Meio Ambiente -
Universidade Federal de São Paulo/Campus Diadema

Microscopia - "Observação do Plâncton: A vida em uma gota d'agua". Oficina com alunos dos 7º anos, orientados por Cláudia Namiki, pós-doutoranda do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo 

Você já viu uma onda sonora?
Experimento para ver ondas da frequência do som
Marcelo Nishio

Quiprocó: A Confusão Quando Não Sabemos o que Sentimos 
Sensibilizar as crianças para a identificação e compreensão dos seus sentimentos e os dos outros; trabalhar, de forma breve, a expressão de sentimentos e a resolução de problemas.
Carolina Andrade e Paula Pessoa, Psicólogas

Astronomia - observação do Sol com telescópios solares
Elysandra e Eduardo Cypriano
Astrônomos, Profs. Drs. do IAG – USP

 

A Vida das Abelhas e Muito Mais
As abelhas são de extrema importância para a polinização da grande maioria das plantas. Sendo assim, desempenham um papel fundamental na manutenção da existência da vida em nosso planeta. Existe uma grande diversidade de espécies de abelhas e na forma como se organizam socialmente, sendo, a maioria delas, solitárias. Nessa atividade apresenta-se um pouco sobre a vida das abelhas, suas sociedades e funcionamento. Será apresentado material de coleção para exemplificar a diversidade de espécies. 
Maria Cristina Arias, Profª. do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva Instituto de Biociências-USP

 

DEMONSTRACÕES:

Profª. Vera Lucia Martins Oikawa

Três experimentosA água furiosa, Vulcão e Sangue de diabo ou Sangue de mentirinha

Thomaz Magalhães 
Princípios de Acústica, Aplicação do Som em Sopros, Cordas e Diferentes Tipos de Tambores

Ricardo e Fabíola Bovo Mendonça
Prof. Zoologia USP
Estande para Observação de animais – aranhas, escorpiões e outros animais

 

3
outubro
2017
9º EF faz viagem de estudo a Minas Gerais

As chamadas cidades “históricas” mineiras são marcos de desenvolvimento de sua época, pois o ouro e o diamante alavancaram a prosperidade das artes tanto quanto a qualidade de vida. 

Manifestações artísticas na escultura e pintura são marcos do Barroco mineiro e posteriormente do Rococó.  Grandes artistas e seus discípulos nos legaram seus trabalhos através de obras extensas que encantam por sua expressão e qualidade. O estilo das artes mineiras é próprio e não uma simples cópia de seus predecessores do velho mundo. 

Os literatos mineiros souberam contar sua sociedade e seus costumes sob as rígidas regras do estilo barroco e, mais tarde, como neoclássicos, “habitaram a Arcádia” com seus poemas campestres e prazerosos. O Barroco mineiro é, assim, uma vasta realidade a ser constatada através da interligação de disciplinas como Artes, Geografia, História e Português. 

Em contraste com esse universo, Inhotim se insere como um templo da arte contemporânea no país, encravado no coração do Barroco mineiro. 

Nesta viagem de estudo do meio de quatro dias, nossos alunos, guiados pela Uggi – Educação ambiental e acompanhados por professores do Ítaca, vivenciam essa junção de passado e futuro, num mergulho profundo em considerável parte da Cultura Brasileira, em localidades que estão além da história, uma vez que são consideradas centros culturais arquitetônicos de rara composição urbana e originalidade de projetos. 

As fotos desta matéria foram feitas pela Lara Gurianova de Araújo, aluna da turma.

 

4
setembro
2017
PROJETO “UNA CUCHARADA, POR FAVOR!”
postado sob EF2, Idiomas, Ítaca

Em Língua Espanhola, o assunto dos trabalhos deste bimestre deu água na boca e foi além da degustação. Nesta semana, os alunos do 8º ano apresentaram seminários sobre as comidas, bebidas e sobremesas mais comuns dos países hispanos.

Cada grupo apresentou uma breve mostra dos pratos mais populares em países como Argentina, Colômbia, Cuba, Espanha, Peru, México e Uruguai.  O trabalho era composto pela história e o processo de feitura das comidas latinas.

Os grupos levaram os pratos mencionados nas apresentações e ao final todos foram provados. E aprovados!

É muito importante realizar atividades que provoquem o estímulo à cultura e à oralidade de uma forma mais contextual e interessante para o aluno, além de promover a interação do coletivo.

Tivemos doces, guacamole, burritos, empanadas, churros e outras maravilhas.

¡Muy exquisito!

 

13
julho
2016
Elas estão condenadas!

filme feito pela produtora canadense Egg Studios 

 

Alguns costumes estão tão arraigados no nosso dia a dia, que nem paramos para pensar sobre eles e para questioná-los.
Pois bem, se você gosta daquele cafezinho de cápsula e nunca parou para avaliá-lo, agora tem um motivo para repensar sua adoração.
A mania das máquinas de cafezinho em cápsulas se propagou de tal maneira que virou uma questão ambiental importante.
A cidade de Hamburgo, segunda maior da Alemanha, proibiu a compra de cápsulas de café por repartições públicas. A medida introduzida em janeiro de 2016 faz parte de um grande esforço da gestão pública para reduzir a quantidade de resíduos sólidos lançados ao meio ambiente.
O Guia para Contratos Ecologicamente Responsáveis da cidade alemã, condenou o uso das cápsulas por serem feitas de uma mistura de plástico e alumínio. Esse documento de 150 páginas também baniu garrafas plásticas de água, produtos de limpeza à base de cloro, pratos e talheres de plástico e outros produtos.

O porta-voz do Departamento de Meio Ambiente e Energia de Hamburgo, Jan Dube, afirmou em entrevista à BBC que as cápsulas que contem plástico e alumínio não são facilmente recicláveis. "Aqui em Hamburgo, pensamos que essas cápsulas com 6 gramas de café em um pacote de 3 gramas não devem ser compradas com o dinheiro do contribuinte", afirma.

A cidade tem uma longa lista de metas que pretende seguir para se tornar mais sustentável no futuro.
Entre outras coisas, eles querem se livrar dos carros na região central em 20 anos e construir espaços verdes sobre as atuais rodovias apinhadas de veículos. 
Veja aqui algumas das questıes relativas às cápsulas de café:
- A cápsula de plástico È feita de petróleo (combustível fóssil), e utiliza de muita energia em sua fabricação (contribuindo para o aquecimento global)
- Ela é forrada com um filtro, preenchida com café e selada com uma tampa também de plástico.
- Em seguida é empacotada em caixas de papelão (feito de celulose das árvores, gastando mais energia) e finalmente empacotada em umas caixas maiores para distribuição.
- As caixas são transportadas em navios para distribuição internacional e em seguida por caminhões para distribuição regional, consumindo mais petróleo
- Quando finalmente chega ao consumidor, cada cápsula faz apenas um café e é descartada, virando lixo
Além da complexidade da embalagem, que contém plástico e alumínio, a cápsula usada ainda guarda borra de café moÌdo, o que a torna mais difÌcil ainda de ser reciclada.
Mais significativo é que em cada oito cafés vendidos na Alemanha, um deles vem de cápsulas individuais.

Pensando em chamar a atenção para os males do uso das cápsulas de café, a produtora canadense Egg Studios fez o filme "Kill the K-Cup", disponível no Youtube e no link acima.
O filme trata da questão de uma maneira bem humorada e com muitos efeitos especiais, finalizando com a frase:  "mate as cápsulas antes que elas te matem".

Aqui está um bom motivo para repensar o hábito de tomar café e retornar à cafeteira italiana ou ao bom e velho filtro, de papel ou, melhor ainda, de pano.
 

Referências:
http://ineam.com.br/hamburgo-proibe-capsulas-de-cafe-na-administracao-publica/
http://www.huffingtonpost.com/2015/01/29/kill-the-k-cup_n_6574146.html
http://www.killthekcup.org
http://www.carbondiet.ca/green_advice/food/k-cup_coffee_maker_garbage_an_environmental_issue.html
http://www.theatlantic.com/technology/archive/2015/03/the-abominable-k-cup-coffee-pod-environment-problem/386501/
http://saopaulosao.com.br/conteudos/exemplos/1731-hamburgo-na-alemanha-È-a-primeira-cidade-no-mundo-a-proibir-c·psulas-de-cafÈ.html
http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2016/02/22/hamburgo-bane-uso-de-capsulas-de-cafe-em-predios-publicos.htm
http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/esta-cidade-proibiu-o-uso-de-capsulas-de-cafe-expresso

 

25
maio
2016
Colhendo frutas nas ruas da cidade

agricultura urbana 2
reprodução: William Mur/Folhapress
Mapa das árvores frutíferas de Berlim

Pelo mundo afora, incluindo o Brasil, as pessoas começam a olhar para as ruas da cidade como extensão do próprio lar, como local de convivência coletiva, que deve ser apropriado por todos.

Em Berlim, Alemanha, andar pela cidade e colher frutas pela rua de graça já é algo bastante fácil. A oferta é grande, apesar de conter mais de três milhões de habitantes. Pensando nisso, um grupo criou uma plataforma que reúne todas as informações necessárias para quem busca por frutas nas ruas.
Por meio do site Mundraub, a população pode buscar por bairro e tipos de fruta. Também é usada para organizar colheitas coletivas. Como a plataforma é colaborativa, já foram inseridos no mapa árvores frutíferas de vários locais do mundo, inclusive do Brasil, confira aqui.

Um aplicativo para mapear frutas
Em Brasília, os universitários Adarley Grando, 22, Fábio Rezende, 25, e Vinícius Magalhães, 20, criaram o aplicativo Fruit Map. O programa mapeia as árvores frutíferas da cidade e funciona de maneira colaborativa. Os próprios usuários podem sinalizar onde estão as árvores, além de dizer se ela é de fácil ou difícil acesso, ou ainda se está em local público ou privado. Até o momento mais de 800 pessoas já baixaram o app e mais de 50 tipos de frutas já foram catalogadas.

Magalhães conta que a ideia surgiu durante um curso de programação, mas que sempre teve vontade de fazer um aplicativo do tipo, já que costuma procurar árvores frutíferas pela cidade. Vinícius afirma que o aplicativo está chegando a outras cidades e lembra que Brasil tem mais de 500 espécies de frutos e que ainda há muito trabalho pela frente. 
O crescimento tem sido meteórico: o Fruit Map foi lançado em junho de 2015, mas já rompeu as fronteiras do Distrito Federal e também do Brasil. Os criadores pretendem traduzir a plataforma para inglês, espanhol e alemão. Pretendem também aumentar o número de frutas catalogadas e oferecer informações sobre a época de cada fruta.

Nas ruas de São Paulo
Em São Paulo, desde 2009 há um mapa colaborativo de árvores frutíferas, idealizado pelo chef Isaac Akira que se chama Árvores frutíferas. O mapa tem mais de 350 indicações e qualquer um pode incluir um ponto.
Alguns usuários colaboradores também incluem detalhes sobre a quantidade e qualidade das frutas, o tamanho das copas e as condições das árvores.
Para conferir o mapa, clique aqui.

A prática de utilizar ingredientes colhidos em centros urbanos tem mais adeptos no mundo. Entre as iniciativas, está o trabalho de coletivos como o californiano Fallen Fruit e o Abundance London.
Os grupos mapeiam árvores, organizam caçadas de frutas e vegetais e promovem "geleiadas", convidando comunidades a fazer conservas, chutneys e geléias.

identificando frutas locais
Buscar frutas em espaços públicos pode ser também uma forma de descobrir espécies nativas. Hoje, entre as 20 frutas mais consumidas no país, segundo o IBGE, apenas três (maracujá, goiaba e abacaxi) são naturais do país.
"No começo do século 20, na rua Maranhão, em Higienópolis, existia a melancia do campo, fruta que já foi extinta. Essas histórias vão sendo esquecidas", diz o botânico e ambientalista Ricardo Cardim, fundador da Associação dos Amigos das Árvores.
Para quem quiser conhecer frutas nativas, Cardim indica passeios no Instituto Butantan e no parque do Jaraguá, onde se encontra cambucá (tipo de jabuticaba amarela) e cabeludinha (de casca aveludada, rica em vitamina C).
Na hora de colher frutas direto do pé na cidade, valem algumas precauções.
Segundo Aloisio Sampaio, professor de produção vegetal da Unesp, não há indícios de que a contaminação do solo se transfira para as frutas, como geralmente acontece com hortaliças.
Mas é bom evitar os frutos de regiões contaminadas (que abrigaram, por exemplo, depósitos de lixo ou fábricas, que deixam passivos no solo). E, por causa da poluição do ar que pode se alojar sobre a fruta, lave-a bem.

Referências:
http://www1.folha.uol.com.br/comida/2014/05/1457231-e-possivel-comer-fruta-no-pe-pelas-ruas-de-sao-paulo-descubra-onde.shtml
http://seacidadefossenossa.com.br/2015/11/moradores-de-berlim-mapeiam-arvores-frutiferas/
https://catracalivre.com.br/geral/dica-digital/indicacao/mapa-virtual-coletivo-reune-dados-sobre-arvores-frutiferas-de-sao-paulo/
http://seacidadefossenossa.com.br/2016/01/comer-fruta-direto-do-pe-em-sp/
http://saopaulosao.com.br/conteudos/causas/1302-guerrilla-grafters-quer-florestas-de-frutas-nas-ruas-de-são-francisco.html
http://noticias.r7.com/distrito-federal/aplicativo-mostra-onde-pegar-frutas-no-pe-pelas-ruas-de-brasilia-30122015

18
maio
2016
O "plástico verde”, biodegradável

Os plásticos utilizados atualmente em sacolas, brinquedos, mesas, utensílios domésticos, garrafas, embalagens e nos mais diversos produtos ao nosso redor são de origem fóssil, ou seja, eles são derivados do petróleo.
O petróleo bruto passa por um processo de destilação fracionada, nas refinarias, e produz várias frações. Algumas dessas frações, por sua vez, passam pelo processo de craqueamento, em que moléculas de hidrocarbonetos maiores são quebradas e originam moléculas menores. Esses hidrocarbonetos de cadeias carbônicas menores passam então por reações de polimerização que resultam nesses plásticos.

Com o polietileno de alta densidade (PEAD ou HDPE) e com o polietileno de baixa densidade (PEBD ou LDPE) (esses são os memsos dos citados acima? Entraram de repente com outro nome. Seria interessante dizer: Por sua vez, há também os...., gerados por outro processo. Com eles são fabricados....) são fabricados inúmeros objetos, como garrafas de água, refrigerantes e sucos; toalhas de mesa, sacos plásticos, cortinas para banheiro, películas plásticas, embalagens de produtos farmacêuticos e de alimentos, revestimentos de fios, cabos, tubos, brinquedos e utensílios domésticos.
O problema é que esse plástico (o PEAD? O PEBD? O de cima é biodegradável? OU são os mesmos?)) não é biodegradável (não é degradado por micro-organismos, como fungos e bactérias) e acaba permanecendo no meio ambiente por décadas e até séculos, agravando ainda mais o problema de acúmulo de lixo e poluição da água, solo e ar. 

Além disso, a extração e exploração do petróleo também gera poluição e impactos ambientais.
Como é praticamente impossível pensar no desenvolvimento de nossa sociedade sem o uso de polímeros, há algum tempo pesquisam-se alternativas a esses (é isso??) plásticos de origem fóssil.

Plástico feito com cana-de-açúcar
Uma das soluções encontradas foi o plástico verde ou polietileno verde proveniente do etanol da cana-de-açúcar. Ele tem as mesmíssimas propriedades, desempenho e versatilidade de aplicações do polietileno comum, com a diferença de matéria-prima utilizada na sua produção, que, em vez de ser o petróleo, é a cana-de-açúcar.
O seu processo de produção, resumidamente, é o seguinte::
1- A cana-de-açúcar é colhida e levada para as usinas, onde passa pelo processo comum de produção de álcool.
2- O álcool produzido passa por um processo de desidratação para que se obtenha o eteno.
3- O eteno é polimerizado em unidades de produção do polietileno.
4- O polietileno verde é transformado nos produtos desejados, tais como filmes para fraldas descartáveis, brinquedos, tanques de combustível para veículos e recipientes para iogurtes, leite, xampu e detergentes.

Vantagens desse plástico verde:
• Ele é 100% reciclável;
• Sua fonte de matéria-prima (cana-de-açúcar) é renovável, ao contrário do petróleo, que é finito;
• Não contribui para o acréscimo de gás carbônico (CO2) na atmosfera. Esse gás é o principal causador do aquecimento global e é produzido pelos combustíveis fósseis. Já no caso do plástico verde, ele pode contribuir para a redução do aquecimento global, tendo em vista que as plantações de cana-de-açúcar realizam fotossíntese, absorvendo o CO2 da atmosfera;
• Mesmo quando incinerado, o polietileno do etanol da cana-de-açúcar é praticamente neutro em relação ao CO2. Assim, depois de usados e descartados, esses plásticos podem ser incinerados para geração de energia, economizando no uso de combustíveis fósseis.

Desvantagens:
• o polietileno verde não é reciclável, mas pode ser classificado como um bioplástico, pois, de acordo com a definição da European Bioplastics Association, plásticos produzidos a partir de fontes renováveis e/ou plásticos biodegradáveis são classificados como bioplásticos ou biopolímeros.
• para produzir o plástico verde é necessário expandir a agricultura da cana-de-açúcar, o que poderia ocupar terras que seriam utilizadas para outras culturas, além do fato de que a cana-de-açúcar já é bastante utilizada para a produção de álcool e açúcar. Estimativas apontam que um hectare de cana-de-açúcar gera três toneladas de plástico verde.
A primeira empresa produtora desse plástico foi a Brasken. Segundo alguns produtores e estudiosos do caso, a produção de matéria-prima do plástico verde é favorável e não afeta a produção de açúcar ou etanol combustível. Acredita-se  também que o desenvolvimento de novas tecnologias pode auxiliar esse processo de produção.

Filme plástico comestível
Após vinte anos de muito trabalho, pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Instrumentação, de São Carlos (SP),  criaram um filme plástico biodegradável que também é comestível, podendo ser utilizado no preparo de alimentos. 
A película pode ser produzida a partir de alimentos como espinafre, mamão, goiaba e tomate, mas a técnica possibilita que outras opções sejam desenvolvidas.
 
A pesquisa foi desenvolvida pela Rede de Nanotecnologia Aplicada ao Agronegócio (AgroNano) da Embrapa e teve investimento de R$ 200 mil. Os trabalhos foram coordenados pelos pesquisadores Luiz Henrique Capparelli Mattoso e José Manoel Marconcini.
O processo de produção do “plástico comestível” é considerado simples. Primeiro, a matéria-prima é composta por água, polpa de frutas e verduras  é transformada em uma pasta.
Em seguida, os pesquisadores adicionam componentes para dar liga no material e o colocam em uma forma transparente, que é levada a uma câmara que emite raios ultravioleta. Após poucos minutos, a película sai da máquina pronta para ser consumida.

Vantagens da película biodegradável:
• é um plástico orgânico mais resistente e tão eficiente como os convencionais
• decompõe-se em até 90 dias e ainda pode ser utilizado como adubo ou lançado na rede de esgoto, sem causar impactos ao meio ambiente
•  possibilidade de reduzir o desperdício de alimentos, o que auxilia no aumento da produtividade, sem precisar aumentar áreas de plantio.
• tem capacidade para conservar os alimentos pelo dobro do tempo do plástico convencional, pois os pesquisadores adicionaram a ele quitosana, um polissacarídeo formador da carapaça de caranguejos, com propriedades bactericidas,  o que aumenta o tempo de conservação dos alimentos..
• é comestível, podendo ser utilizado como alimento: “As possibilidades de uso deste material são inúmeras. Na área de alimentação, você pode fazer sushis,  podendo usar como uma cobertura de uma outra comida ou algo que possa enrolar, como os Wraps – em que se pode fazer um enroladinho com este filme comestível, como um temaki, por exemplo, já que pode-se comê-lo como a alga nori que é usada no sushi”, explica Marconsini

Desvantagens:
• é sensível à umidade, precisa estar em um ambiente seco, então pode-se usá-lo para embalar alimentos secos como frutas, hortaliças, bolachas, pães.

Ainda não há previsão de comercialização, entretanto várias empresas já entraram em contato com a Embrapa Instrumentação a fim de demonstrar interesse na inovação.
Diversas pesquisas, com matéria-prima de origem variada, estão sendo feitas no sentido de encontrar melhores soluções para o plástico ecológico ou orgânico. A produção desse material ainda é bem limitada e dirigida basicamente para a área médica.  Alguns problemas devem ser sanados para a sua viabilidade econômica (o processo é muito caro) e ambiental (uso de grandes áreas de plantação, no caso da cana-de-açúcar).

Mas a preocupação e o investimento nessa direção prometem um grande ganho ambiental para o planeta.

Saiba mais:
http://brasilescola.uol.com.br/quimica/plastico-verde.htm
http://diarioverde.com.br/2016/04/22/pesquisadores-da-embrapa-criam-plastico-oganico-comestivel-11/
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/01/pesquisadores-brasileiros-criam-plastico-comestivel-que-nao-vira-lixo.html

15
fevereiro
2016
Banco de tecidos reaproveita sobras de materiais especiais
Desperdiça-se toneladas de tecidos
O Banco de tecido reaproveita sobras

Em janeiro de 2015,  Lu Bueno criou o Banco de Tecido, na Vila Leopoldina, zona Oeste de São Paulo. O Banco é uma loja que vende, a quilo, sobras de boa qualidade de materiais já usados por ela e outros colegas de profissão. ”Sempre guardei o que restava e, quando vi, tinha quase uma tonelada de tecidos acumulada", conta Lu, cenógrafa e figurinista que já soma 25 anos de carreira. "Comecei a trocar com alguns amigos e então percebi que tinha um bom negócio em mãos."

Buscando uma forma de lidar com esse estoque, ela encontrou com o Banco de Tecido, uma solução para reaproveitar o que estava parado. Em paralelo, profissionalizou-se, fazendo um curso de empreendedorismo no Sebrae, antes de abrir o negócio.

Além do preço baixo (R$ 35,00 o quilo do tecido), a vantagem é que se encontram lá materiais que não podem ser encontrados facilmente no varejo. Entre seus maiores clientes estão os profissionais da moda, estilistas e costureiras, além de figurinistas que trabalham em teatro.

Os consumidores também podem ser doadores de sobras e trocá-las por creditou na loja. Evitar o desperdício é um dos pontos-chave do consumo consciente, segundo Helio Mattar, presidente do Instituto Akatu.

Com a intenção de expandir o projeto, Lu criou um selo, que batizou de 'Tecido de reúso para uso'. "A ideia é que os criadores coloquem a etiqueta na peça feita com nosso tecido, pois, mais do que lucrar, quero vender a ideia da importância da reutilização", diz Lu.   

O escritório e estoque principal do Banco, hoje em dia, está sob os seus cuidados. Fica localizado no mesmo espaço onde ela desenvolve seus projetos paralelos ao banco, como espetáculos de teatro e outras produções.

http://bancodetecido.com.br
Endereço: Rua Campo Grande, 504, V. Leopoldina Horário de Atendimento: de 2ª a 6ª das 9:30 às 18h
Contato: bancodetecido@lupa.art.br ou 11 4371-3283 Falar com: Andressa Burgos ou Lu Bueno

Referências:
http://saopaulosao.com.br/negocios-criativos/119-um-banco-para-troca-de-restos-de-tecido.html
http://vida-estilo.estadao.com.br/noticias/moda,banco-de-tecido-oferece-sobras-de-material-a-r-35-o-quilo,1711253
https://www.facebook.com/banco-de-tecido-581735865226676/=

20
janeiro
2016
FESTA DE ANIVERSÁRIO DE SÃO PAULO
postado sob cidadania, cultura, música

No próximo dia 25 de janeiro, São Paulo completa 462 anos. A Secretaria Municipal de Cultura organizou uma comemoração de 3 dias de atividades, no sábado 23, domingo 24 e segunda 25. A festa terá caráter democrático, com atrações gratuitas, abrangendo todas as regiões da cidade e ocupando equipamentos culturais: teatros, centros culturais, Casas de Cultura, além de CEUS e palcos externos. 
 
No sábado, dia 23, vários shows acontecerão: Negra Li, Supla, DJ KL Jay, a dupla de irmãos Luciana Mello e Jairzinho, Karina Buhr, Raimundos, Maria Gadú, entre outros. 
Ainda no sábado, um dos destaques é o cantor Criolo, que apresenta o show “Convoque seu Buda”, no Palco Parelheiros, a partir das 18h. E serão montados palcos especiais com atrações, no Glicério [Edi Rock], na Vila Maria [Rappin Hood], e Itaquera [Mc Garden].
 
No dia 24, domingo, um dos destaques é o Trio Elétrico de Daniela Mercury, que fará uma apresentação em ritmo de pré-Carnaval, saindo da esquina das Avenidas Faria Lima e Rebouças, a partir das 16h30. E na #‎PaulistaAberta, o grupo teatral Pia Fraus encenará o espetáculo 'Bichos do Brasil'.
 
Na segunda, 25 de janeiro, dia do aniversário da cidade, o Centro Esportivo e de Lazer Tietê receberá os shows do grupo Demônios da Garoa e, na sequência, Gilberto Gil, a partir das 16h, relembrando antigos sucessos da carreira. Demônios da Garoa, conjunto que entrou, em 1994, para o Guinness Book como "Conjunto Vocal Mais Antigo do Brasil em Atividade", lembrará sucessos de Adoniran Barbosa e cantará músicas recentes que fazem parte do repertório da banda. 
 
Em parceria com a São Paulo Carinhosa, a Secretaria Municipal de Cultura oferece uma programação especial para as crianças, nas Ruas Abertas, entre elas, as Avenidas Sumaré e Paulista, que terão brincadeiras e atividades circenses, nos dias 24 e 25 de janeiro. 
 
Veja a programação completa:
http://www.guiadasemana.com.br/aniversario-de-sp
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/noticias/?p=19543

16
dezembro
2014
Pouco conhecidas, pouco consumidas e… riquíssimas em nutrientes essenciais: frutas nativas do Brasil

O açaí na tigela tornou-se famoso nos últimos anos e é largamente consumido nas cidades brasileiras, misturado com guaraná e açúcar e servido como um creme gelado ou em forma de sorvete. Poucos sabem, porém, que ele é alimento de populações indígenas e de várias regiões do Norte do Brasil, há centenas de anos: preparado tradicionalmente com farinha de mandioca ou tapioca, é servido também em forma de pirão, para acompanhar peixe assado ou camarão.

Assim como o açaí foi “descoberto” há pouco, o Brasil tem uma infinidade de outras frutas ótimas para consume mas pouco conhecidas pela maioria das pessoas.

Segundo Guilherme Domenichelli, em matéria publicada na Carta Capital (link no final desse texto):

“O Brasil é o terceiro maior produtor de frutas no mundo, atrás apenas da China e da Índia. Sua enorme extensão de terras férteis, o clima e a disponibilidade de água favorecem a produção de uvas, melões, mangas, maçãs e bananas. Uma boa parte é consumida internamente e outra, exportada em forma processada ou na de frutas frescas. Mas, por incrível que pareça, a grande maioria das frutas consumidas por nós consiste de itens exóticos, ou seja, que não têm origem nos biomas brasileiros. Para se ter ideia, das 20 frutas mais consumidas aqui, só três são nativas.

E estima-se que existam pelo menos 312 frutas tipicamente brasileiras, sem contar que muitas tidas como "a cara do Brasil" (como banana, laranja, manga, graviola, pinha, tamarindo, romã, acerola, jaca, jambo) não são naturais de terras brasileiras. O caso do coco, por exemplo, é muito curioso: "Para alguns pesquisadores, ele é considerado uma fruta exótica da Ásia, enquanto para outros, é uma árvore nativa da América do Sul, provavelmente no litoral Norte e Nordeste do Brasil", esclarece a professora Flávia Cartaxo, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano

Mas, apesar do número impressionante de nativas, apenas seis frutas brasileiras são cultivadas comercialmente em grande escala", diz o engenheiro agrônomo Harri Lorenzi, coautor do livro Frutas Brasileiras Exóticas e Cultivadas. 

"Dificilmente você iria à feira livre comprar picinguaba, mangaba, camu-camu, ajuru, fruta-do-lobo, murici, umbu, jatobá ou sapota-do-solimões. Ainda que quisesse, não encontraria. Pois esses nomes “estranhos”, de que você provavelmente nunca tinha ouvido falar, são de frutas nativas, ou seja, tipicamente brasileiras. Muitas delas eram comuns no passado e hoje são raríssimas, como o oiti-da-baía, que alguns historiadores relatam ter sido uma das frutas preferidas do imperador Pedro II", afirma Domenichelli.  

 

As espécies nativas destacam-se, aí sim, como matérias-primas para a agroindústria - suco, geleias, licores, polpa, bolachas, compotas, sorvete -, indústria farmacêutica e indústria de cosmético. E muitas delas são importantes fontes de alimento para as populações de baixa renda em várias partes do país.

 

Saúde à mesa

O que não se discute, no entanto, é o bem que as frutas - nativas ou não - fazem ao nosso corpo, como fontes riquíssimas de vitaminas. 

Alimentos essenciais para o organism, devem fazer parte do cardápio de todos. Ricas em fibras, que ajudam no bom funcionamento do intestino, não têm altas taxas de gordura, sódio e calorias e são ricas em nutrientes controladores da pressão arterial. Elas também possuem antioxidantes que ajudam a prevenir o aparecimento de câncer e a retardar o envelhecimento.

As frutas que são comercializadas e consumidas hoje são resultado de pesquisas focadas em selecionar e melhorar sabores, tamanhos e tempo de duração. Melancias, abacates e mangas, entre outras, têm hoje aspectos e características bem diferentes de seus originais. As frutas nativas também poderiam passar por esses estudos – aliás, isso já aconteceu com a goiaba, aprimorada há décadas por agricultores japoneses radicados no Brasil.

Mas, quando não existe demanda em alta escala, caso das nativas brasileiras, a produção não compensa e as pesquisas não acontecem. Tornar nossas frutas comerciáveis é algo que requer tempo e investimento, mas valorizá-las proporcionará, além de tudo, a preservação dos biomas brasileiros e de suas riquezas e culturas regionais. Hoje, muitas já são usadas como verdadeiros tesouros culinários regionais no preparo de licores, doces, geleias, mingaus, bolos, sucos, sorvetes e aperitivos. Além das diversas formas de alimentos, os frutos dessas plantas podem proporcionar outros benefícios como remédios, cosméticos, fibras naturais e até artesanatos.

Com pesquisas, incentivos e investimentos, as frutas nativas poderão se tornar nova fonte de renda para populações rurais, para que, além do consumo regional, as riquezas possam chegar à mesa de todos. Quem sabe, no futuro, ao invés de uma maçã, um aluno possa presentear sua professora com um cubiu, uma grumixama ou uma mangaba? 

As 20 frutas mais consumidas no Brasil e suas origens

1. Abacate –  América Central

2. Abacaxi – Brasil

3. Banana – Sudeste Asiático

4. Caqui – Ásia

5. Coco-da-baía – origem polêmica

6. Figo – Ásia

7. Goiaba – Brasil

8. Laranja – Ásia

9. Limão – Sudeste Asiático

10. Mamão – América Tropical

11. Manga – Ásia

12. Maracujá – Brasil

13. Marmelo – Europa e Ásia

14. Maçã – Ásia

15. Melancia – África

16. Melão – Europa, Ásia e África

17. Pera – Europa

18. Pêssego – Ásia

19. Tangerina – Ásia

20. Uva – Ásia, América do Norte e Europa

 

Referências:

 http://www.cartanaescola.com.br/mobile/single/221

http://www.ibraf.org.br/news/news_item.asp?NewsID=5544

http://www.brasilescola.com/frutas/

http://revistaescola.abril.com.br/geografia/fundamentos/quais-frutas-sao-originais-brasil-496994.shtml

http://mundoestranho.abril.com.br/materia/que-frutas-sao-originais-do-brasil

22
outubro
2013
Medalhistas da Olimpíada Brasileira de Astronomia
postado sob Ciências, cultura, Ítaca

Novamente temos alunos medalhistas – 7 alunos!  
A organização da olimpíada classifica os alunos pela nota das provas, em nível nacional.

Os alunos que receberão medalhas são:

BRONZE Pedro  7º

BRONZE Guilherme  

BRONZE André  8º

BRONZE Leonardo  9º

BRONZE Luana  EM

PRATA Rui  EM

PRATA Gabriel  EM

Todos os participantes receberão certificado da OBA.

Para ter mais informações sobre a Olimpíada, clique aqui.

 

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