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postado sob comportamento, EF2, Ítaca

As mulheres são aproximadamente metade da população mundial, trabalham em casa e fora dela em diversas áreas do conhecimento.

Na ciência, o Brasil foi destaque, em um estudo internacional, como um dos países que tiveram um expressivo aumento da participação de mulheres como autoras de trabalhos científicos publicados no período de 2011 a 2015. Mas, mesmo assim, ainda é possível verificar que a imagem de um cientista não está associada ao gênero feminino.

Essa constatação faz parte de um projeto desenvolvido no 6º ano sobre "Como fazer ciência", que começa com as crianças desenhando um cientista a partir de seu imaginário. A maior parte dos resultados está associada a uma figura masculina, branca, inteligente, intocável, trabalhando em laboratórios e com a aparência descuidada. 

Partindo da observação desses desenhos, a professora discute com eles o fato de que esse estereótipo foi criado porque nem sempre as mulheres puderam estudar, por não possuírem os mesmos direitos que os homens e, em muitas situações, não serem vistas como dotadas de inteligência.

Ainda hoje esse sexismo existe e pode ser percebido em todo o mundo, já que a maioria dos cientistas é composta por homens, e as  mulheres ainda têm dificuldade de ter seus artigos científicos citados quando são autoras principais. 

Imagine quantas descobertas, invenções e coisas incríveis estamos perdendo por não acreditar ou não dar às mulheres as mesmas oportunidades dadas aos homens! Saber que essa diferença existe e lutar para que isso se modifique é um dever de todos nós.  

Os desenhos abaixo são os que foram feitos pelos alunos, e impulsionaram essa discussão. Clique nas imagens e veja em detalhes.

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postado sob artes, EF1, Ítaca
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