.>
NOTÍCIAS
O QUÊ
assunto
QUANDO
2024
2023
2022
2021
2020
2019
2018
2017
2016
2015
2014
2013
Alguns conteúdos desta seção estão disponíveis apenas para quem estiver logado.
Caso tenha acesso, faça seu login aqui

“A cultura é nossa maior proteção”, afirmou o pajé Agostinho Manduca Mateus Ïka Muru (1944-2011). Nessa frase, o líder espiritual expressa uma das marcas do posicionamento dos Huni Kuĩ, habitantes da região amazônica entre Peru e Acre, na atualidade: o esforço de preservar suas tradições e de transmiti-las não só às próximas gerações, mas também aos não brancos, de modo a retomar o passado e construir o Novo Tempo, o Xiña Bena.

Nesta exposição, que vai até dia 13 de fevereiro, na sede do Itaú Cultural, em São Paulo, são exibidas algumas facetas do conhecimento desse povo: seus saberes sobre fauna e flora, suas cerimônias espirituais, seus métodos de cura, seus objetos tradicionais, suas pinturas e seus desenhos.

Entre os itens exibidos, estão também produções audiovisuais, como os documentários de Camilla Coutinho, sobre o modo de viver e pensar do povo Huni Kuin, e de Tauá Klonowski, com imagens aéreas das aldeias do rio Jordão e do rio Taraucá.

A exposição tem organização do pajé Dua Busë e de outros representantes Huni Kuĩ, com colaboração da editora Anna Dantes, do artista Ernesto Neto e do Itaú Cultural. Ela é um desenvolvimento da publicação Una Shubu Hiwea – Livro Escola Viva, obra produzida com o apoio do Rumos Itaú Cultural 2013-2014 que reúne o saber medicinal desse grupo e, por sua vez, segue o trabalho começado com Una Isi Kayawa: Livro da Cura, publicado pela Dantes Editora e pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro em 2014.

São 13 mitos que contam a origem desse povo e de seus costumes e que estão na publicação sobre a exposição. A versão digital está disponível aqui.

visitação
até terça 13 de fevereiro de 2018
terça a sexta 9h às 20h [permanência até as 20h30]
sábado, domingo e feriado 11h às 20h
pisos -1 e -2

+30
fechar