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O Saco de Mamanguá, localizado no município de Paraty - sudeste do estado do Rio de Janeiro, é o único fiorde tropical da costa brasileira, uma entrada de mar de coloração esverdeada que se estende por 8 km até terminar nos mais bem preservados manguezais da Baía da Ilha Grande. Todo este maravilhoso cenário é margeado por íngremes montanhas ocupadas por Floresta Tropical Atlântica e povoado por uma comunidade tradicional de caiçaras (pescadores, artesãos e agricultores) que ainda mantém seu modo de vida, enriquecendo ainda mais o convívio neste paraíso tropical que é protegido diretamente pela Área de Proteção Ambiental do Cairuçu que engloba também a Reserva Ecológica da Juatinga. A vizinhança com o Parque Nacional da Serra da Bocaina - RJ e com o Parque Estadual da Serra do Mar - SP, torna o local um exemplo de corredor ecológico.

Por meio deste estudo, é possível proporcionar um maior e melhor conhecimento dos ecossistemas do litoral sudeste brasileiro que incluem o da Mata Atlântica, de Manguezal, de Zona Estuarina e de Costão Rochoso e também das atividades tradicionais da população caiçara como a arte da pesca artesanal e a manufatura de artesanatos em caixeta.

Esta viagem visa conciliar o estudo e pesquisa destes ambientes através do levantamento e análise de dados, da coleta de material para observação e do contato com a população tradicional. Observação de pesca, culinária caiçara, artesanato com caixeta e manufatura de redes de pesca, além de um trabalho com a a organização e a independência dos próprios alunos também fazem parte deste projeto de campo que valoriza a relação do homem com seu ambiente natural.

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postado sob 2019, cultura, EF2, meio ambiente
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O estudo do meio do 7º ano, para o Parque Estadual da Ilha do Cardoso, localizado no litoral sul de São Paulo, próximo à cidade de Cananéia, envolve uma de nossas maiores e mais bem preservadas áreas de Mata Atlântica e oferece uma rara oportunidade de convívio com a diversidade biológica dos manguezais.

Os alunos percorrem o Canal de Cananéia em embarcações características da região, de onde, não raro, avistam botos que surgem inesperadamente proporcionando um espetáculo inesquecível. O estudo se volta especialmente para os sistemas de mata atlântica, restinga, praia e costão rochoso, e busca, através da vivência de cada ambiente, conhecer e entender um pouco mais da complexa biodiversidade das áreas tropicais. Na visita ao Quilombo Mandira, além do delicioso almoço e da oficina de cestaria, eles têm contato com a arquitetura e a cultura dessa importante comunidade quilombola.

Na somatória dos estudos dos ecossistemas costeiros do Parque como conhecimento e reconhecimento da cultura das comunidades que ali vivem, pode-se produzir uma reflexão maior e a ampliação do debate sobre os caminhos futuros na busca pelo desenvolvimento sustentável.

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