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postado sob 2023, EF2, estudo do meio
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A segunda-feira, 24/04, do sexto ano foi bem diferente e especial, pois a sala de aula foi à cidade de São Paulo! As turmas chegaram bem cedo ao colégio, para entrar no ônibus e investigar uma paisagem não tão comum de nossa cidade: uma terra indígena e uma área rural. 

Para quebrar o estereótipo do concreto, asfalto e vidro, pela manhã visitamos a aldeia Krukutu, localizada na zona sul da cidade, às margens da represa Billings. Depois de uma caminhada pela aldeia, fomos convidados a entrar na casa de reza, onde vimos uma apresentação musical com o coral de crianças e participamos de uma roda de conversa com uma liderança da aldeia.

Mais tarde, visitamos a Ecoativa, na Ilha do Bororé. O almoço, feito pelo coletivo de mulheres da ilha, com produtos cultivados no local, foi formidável  e, logo depois, fizemos uma agradável e informativa caminhada pela rua principal da ilha, para conhecer os murais de memória local e a capela de São Sebastião, patrimônio cultural da humanidade.

Foi um dia de guardar na memória, com paisagens e pessoas queridas e especiais, que nos mostraram outras São Paulo, ampliando, assim, nossa leitura da cidade, seus territórios, histórias e culturas. 
 

 

foto Ruth Klotzel
foto Ruth Klotzel
foto Ruth Klotzel
foto Ruth Klotzel
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Distúrbio climático.
Perdas da Natureza e de biodiversidade.
Poluição e desperdício.

Essa tripla crise está a ameaçar o bem-estar e a sobrevivência de milhões de pessoas em todo o mundo.

Os alicerces de uma vida feliz e saudável – água limpa, ar fresco, clima estável e previsível – estão em desordem, colocando em risco os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Mas ainda há esperança.

António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas para o Dia Internacional da Mãe Terra,  22/4/2022.

 

Em 1970, nos Estados Unidos, um fórum ambiental reuniu 20 milhões de pessoas para protestar contra a poluição e foi fundamental para a aprovação de leis ambientais pioneiras sobre emissão de gases nocivos e proteção de espécies ameaçadas.

Quase 4 décadas depois, em 2009, a Assembleia das Nações Unidas proclamou o 22 de abril como o Dia Internacional da Terra. Os países membros da ONU, então, assumem que a Terra e seus ecossistemas são nosso lar comum e expressam sua convicção na necessidade de promover harmonia com a natureza, equilibrando as necessidades econômicas, sociais e ambientais, em respeito às presentes e futuras gerações. No programa da ONU Harmonia com a Natureza, a Assembleia Geral reconhece que "o esgotamento dos recursos naturais do mundo e a rápida degradação ambiental são resultado de padrões insustentáveis de consumo e produção, que tiveram conseqüências adversas tanto para a Terra quanto para a saúde e o bem-estar geral da humanidade".

Desde então, uma série de resoluções têm sido adotadas para considerar diferentes perspectivas para a construção de um novo paradigma não-antropocêntrico, no qual a base fundamental para a ação certa e errada, em relação ao meio ambiente, não se restrinja apenas às preocupações humanas.

NO BRASIL
As principais fontes de poluição apontadas são os setores de energia, indústria, agricultura, além do desmatamento, que no Brasil é responsável por 46% do total de emissões dos gases nocivos. A ONU recomenda como medidas urgentes o reflorestamento e a redução do uso de combustíveis fósseis, privilegiando fontes de energia limpas como a biomassa, a eólica e a solar.

Porém, por um lado, se o Brasil é responsável pelo alto desmatamento, também temos importantes recursos naturais que nos permitem produzir energia elétrica de origem renovável, em proporção três vezes superior à mundial: no país, 83% da eletricidade produzida vem de fontes renováveis; já, no mundo, esse índice chega a 27%.

Mas os alicerces de uma vida feliz e saudável – água limpa, ar fresco, clima estável e previsível – estão em desordem no planeta, como um todo, colocando em risco os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Os cientistas disparam as sirenes. Temos até 2030 para cortar emissões e limitar o aquecimento global.

Referências
https://brasil.un.org/pt-br/178934-22-de-abril-dia-internacional-da-mãe-terra
https://brasilescola.uol.com.br/datas-comemorativas/22-de-abril-dia-da-terra.htm
https://www12.senado.leg.br/radio/1/noticia/2022/04/20/dia-da-terra-e-comemorado-em-22-de-abril-sob-alertas-para-aquecimento-global-e-desmatamento
https://www.unep.org/pt-br/noticias-e-reportagens/comunicado-de-imprensa/liderancas-mundiais-participam-de-encontro-da-onu-em
https://tratamentodeagua.com.br/artigo/programa-onu-meio-ambiente-pnuma-2022/
http://www.harmonywithnatureun.org/
https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/economia/audio/2022-05/producao-de-energia-eletrica-renovavel-no-brasil-e-o-triplo-da-mundial#:~:text=Dados divulgados no seminário mostram,atualmente na 13º posição mundial.

postado sob 2023, cinema, EF2
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No último sábado, 01 de abril, o Ítaca foi arrebatado pelo clima ibérico. Pois é,  o Cinema com professor voltou ao modo presencial!! 

A primeira edição deste ano foi marcada pela intensa programação e assídua participação de alunos dos oitavos e nonos anos. O filme da sessão foi um clássico do cinema espanhol, Bodas de Sangre, de Carlos Saura. Vale ressaltar que tal escolha marca a parte final de um projeto que envolveu os estudos da obra homônima de teatro do também espanhol Federico García Lorca. 

Neste bimestre, os alunos do oitavo estudaram as malhas históricas e culturais dos povos ciganos, flamenco e depois se aprofundaram um pouco na vida e obra de Lorca,  além de lerem algumas cenas da obra. No nono ano, o trabalho envolveu Língua Portuguesa, Dança e Espanhol; nas aulas desses componentes curriculares, os alunos pesquisaram sobre a obra e o autor, leram a peça e conversaram sobre a dança flamenca.

A partir desse percurso, a escolha do filme foi crucial e determinante para arrematar essa sequência de estudos.  A programação do encontro foi promissora: os estudantes assistiram ao filme, na sequência escutaram profissionais da área da dança e do teatro comentarem a respeito do filme, de Lorca, da peça etc.

O primeiro a explanar foi o diretor, pesquisador e ativista cultural da  cidade de Amparo, Alexandre Cruz,  que apresentou ideias sobre as inspirações do teatro de Lorca e depois foi a vez da bailaora  - e também tia da nossa aluna Lis - Camila Leite destacar os aspectos culturais do flamenco. Mas, teve mais!! O evento foi finalizado com uma pequena apresentação de flamenco produzida pelas bailaoras Marcia Maria de Carvalho e Maria Zanni.

O sábado contou também com uma exposição de trabalhos sobre os povos ciganos, preparada pelos 8ºs anos.

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