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postado sob 2020, arte, exposição

Saída Livre de História da Arte (com o professor Renato Izabela e alunos do 3º EM) é já tradicional no Ítaca e ocorreu no último sábado, dia 7: um roteiro de Arte Contemporânea, Arte Popular, e Arte Pública que propõe a aproximação com o conteúdo de História da Arte do Ensino Médio do Colégio e sintetiza de forma experimental o que foi apresentado nesse curso formal em sala.

 As sequências das visitações (ver roteiro abaixo) tornaram possível, também, a aproximação com artistas da cena atual da Arte Pública ou Arte Urbana (grafite), o que permitiu a contextualização dos trabalhos vistos, por exemplo, nos becos da Vila Madalena.

Essa experiência também faz sentido no aprimoramento do vínculo professor-aluno e certamente facilita o conhecimento, em situações próximas da ludicidade, tornando o aprendizado mais atraente.

Roteiro

 

1) Exposição Murakami por Murakami (Instituto Tomie Ohtake)

2) Mariana Palma, Exposição Lumina (Instituto Tomie Ohtake)

3) Exposição Lindo Sonho Delirante (Galeria Estação)

4) Lanche/Almoço em estabelecimento da região 

5) Ateliê do artista Prozac (grafiteiro)

6) Beco do Batman (Arte Pública)

7) Oficina de Agosto (Arte Popular de Minas Gerais)

 

 

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postado sob 2020, EF2, esporte

Felipe dos Santos Oliveira é aluno do 8° ano e joga futsal desde os 8 anos pela equipe de Taboão da Serra – Tabuca Jr.

No ano passado, ele participou de seu primeiro campeonato estadual, e seu time ficou em 1º lugar na série prata da 1ª divisão, categoria sub-14. Antes disso, eles foram campeões da Copa Lausane, um torneio de pré-temporada. Felipe marcou 10 gols no campeonato, ficando em 6º lugar na artilharia. 

Em dezembro, eles participaram da Copa do Brasil, conquistando também o primeiro lugar na categoria sub-15. Foram 7 jogos, com 5 vitórias, 1 empate e apenas 1 derrota. Dos 17 gols do seu time, 4 foram dele, sendo 2 na final contra a forte equipe do Comercial de Lorena, ganhando por 5x0 e garantindo o título.

Felipe estuda no Ítaca desde 2012 e sempre praticou muitos tipos de esportes, sendo seus preferidos o futebol e a capoeira, que pratica desde os 4 anos de idade.                                            

Nas palavras de Felipe, “a Copa do Brasil foi a minha maior conquista no esporte, e a sensação de ter participado de um campeonato desse porte é inexplicável”.

Parabéns pelos títulos, Felipe!! Esperamos que o esporte siga forte em sua vida!

postado sob 2020, exposição, história
foto reprodução
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A mostra estará de 19 de fevereiro a 11 de maio no Centro Cultural Banco do Brasil, com entrada grátis.

O curador da exposição, Pieter Tjabbes explica que as peças são originárias do Museu de Turim, na Itália, o segundo maior acervo do mundo relacionado ao Egito antigo – atrás apenas do Museu do Cairo.

São 140 peças que mostram como era o dia a dia dos egípcios, sua relação com a religião e com a crença na vida após a morte. A preocupação de garantir uma boa vida pós-morte fazia com que os mais ricos abastecessem as próprias tumbas, e com muita fartura de comida, artefatos, meios de transporte e outras riquezas.

A múmia em exposição é de uma mulher provavelmente muito rica, diz o curador, explicando que os processos de mumificação eram diferenciados em qualidade e preço. Essa múmia foi tratada com técnicas primorosas, muito custosas na época.

A sociedade egípcia de então, como hoje, era dividida em várias classes sociais, e a agricultura era importantíssima para a sobrevivência social. O agricultor era obrigado não só a pagar impostos para os governantes, gerando riquezas, como também a trabalhar nas obras públicas, que também contavam com mão de obra escrava. 

A exposição mostra, além de peças da época, maquetes grandes de pirâmide, filmes sobre monumentos e construções em 3D, de forma lúdica ajudando a compreender como era o Egito antigo.

A entrada é grátis, mas, para evitar filas, o interessado em ver a exposição precisa agendar o horário de visitação pelo site http://bit.ly/EgitoNoCCBBSP.

A exposição Egito Antigo: Do Cotidiano à Eternidade ficará em cartaz de 19 de fevereiro a 11 de maio, todos os dias, exceto às terças-feiras, das 9 às 21 horas, no Centro Cultural Banco do Brasil (Rua Álvares Penteado, 112, Centro, em São Paulo, próximo à estação São Bento do Metrô). 

Referências e entrevista com o curador:
https://jornal.usp.br/cultura/exposicao-vai-mostrar-mumia-egipcia-de-3-500-anos/
https://catracalivre.com.br/agenda/exposicao-egito-antigo-ccbb-rio-de-janeiro/
https://www.facebook.com/ccbbsp/videos/219630139215602/
https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/o-que-fazer-no-rio-de-janeiro/noticia/2019/10/12/o-ccbb-faz-30-anos-e-mostra-no-programao-que-o-egito-e-aqui.ghtml

postado sob 2020, arte, EM

Já é uma tradição: todo ano, o professor Renato Izabela fecha seu curso de História da Arte do Ensino Médio propondo aos alunos do 3º EM do Ítaca um grande grafite em alguns muros do Colégio.

A turma discute, decide, planeja. E a obra se inicia. Coletiva em uns momentos; individual em outros

Na verdade, além de um trabalho de criação e integração bem como de ocupação de um espaço da escola, é uma proposta atrelada ao final do curso de 3 anos, momento em que se estuda o início dessa manifestação artística em Nova Iorque, com Basquiat; o grafite no Brasil, com Alex Vallauri, e o caminhos dessa arte desde o grupo Tupi Não Dá (anos 80) até os hoje consagrados Os Gêmeos, Zezão, Prozac, Ciro Seu, entre outros.

O bônus é a turma deixar sua marca e sua despedida por um ano inteiro  nos muros do Colégio (até a próxima turma se formar). Efêmera sim, mas expressiva, rica e significativa ...

Vejam algumas imagens da turma de 2019!

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“O segredo da vida é o solo, porque do solo dependem as plantas, a água, o clima e nossa vida. Tudo está interligado. Não existe ser humano sadio se o solo não for sadio e as plantas, nutridas”

A afirmação, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, é de Ana Maria Primavesi, austríaca de nascimento, que adotou o Brasil há mais de 70 anos.

Ana, considerada pioneira da agroecologia no Brasil, faleceu no dia 05/01/2020. Nascida em 3/10/1920, foi criada no campo e formou-se engenheira agrônoma em seu país de nascimento. Durante a Segunda Guerra Mundial,  emigrou para o Brasil com seu marido Artur Primavesi, e  vivendo em diversos lugares, entre eles Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul. 

Ao longo da carreira, Ana Maria acumulou uma extensa produção de textos técnicos e artigos científicos, além de colaborações com a imprensa: publicou 94 artigos científicos no Brasil e em revistas internacionais, escreveu 11 livros e colaborou em inúmeras outras publicações.

Seu trabalho de maior influência é o livro Manejo Ecológico do Solo, lançado em 2002, que revolucionou a agricultura ecológica tropical na América Latina. Nesta obra, salienta a importância de restabelecer o equilíbrio entre o solo, organismos do solo, plantas, animais e seres humanos. 

Pelo seu extenso conhecimento, talento para inspirar pessoas, ideias inovadoras, ações decisivas e explicações espirituosas, Ana teve enorme influência no movimento orgânico da América Latina e,portanto, pertence aos pioneiros globais da agricultura orgânica.

Foi cofundadora de várias organizações como a AAO (Associação de Agricultura Orgânica) e do MAELA (Movimiento Agroecológico Latinoamericano) e desempenhou um papel fundamental na construção da International Federation of Organic Agriculture Movements (IFOAM) na América Latina. Recebeu inúmeros prêmios, e foi a primeira brasileira a receber, em 2012, o One World Award, principal título de agricultura orgânica mundial, conferido pelo IFOAM. O prêmio do MAELA, concedido a cada dois anos, tem seu nome – Ana Primavesi Award.

Ana dedicou a vida a ensinar como é possível aliar a produção de alimentos à conservação do meio ambiente, nunca se esquecendo do pequeno produtor e de suas necessidades.

Quem quiser conhecer um pouco mais do trabalho de Ana Maria Primavesi pode acessar o site dedicado à obra da agrônoma, elaborado por Virginia Mendonça Knabben. Ao falar sobre os 98 anos de sua biografada, Virginia a definiu como “a primeira mulher a afirmar, em um meio exclusivamente masculino, que o solo tem vida.” É “aquela que nos aproximou de nós mesmos pela origem de tudo, a terra, e integrou saberes”.

O seu legado, no sentido de estimular uma agricultura saudável, sistêmica, cuidando da saúde e da vida do solo, terá continuidade pelas mãos de seus filhos, Carin e Odo Primavesi, além de lavradores, pesquisadores, engenheiros agrônomos, técnicos agrícolas, professores e ativistas da agroecologia, inspirados em seus conhecimentos.

Referências:
https://emais.estadao.com.br/blogs/alimentos-organicos/ana-maria-primavesi-virou-semente-em-solo-vivo/
https://razoesparaacreditar.com/brasileira-premio-agricultura-organica/
https://anamariaprimavesi.com.br
https://revistagloborural.globo.com/Noticias/Cultura/noticia/2019/10/ana-primavesi-tem-producao-reunida-em-site.html
http://aao.org.br/aao/ana-primavesi.php
https://www.facebook.com/anamariaprimavesi/

 

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