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postado sob 2020, arte, exposição

Saída Livre de História da Arte (com o professor Renato Izabela e alunos do 3º EM) é já tradicional no Ítaca e ocorreu no último sábado, dia 7: um roteiro de Arte Contemporânea, Arte Popular, e Arte Pública que propõe a aproximação com o conteúdo de História da Arte do Ensino Médio do Colégio e sintetiza de forma experimental o que foi apresentado nesse curso formal em sala.

 As sequências das visitações (ver roteiro abaixo) tornaram possível, também, a aproximação com artistas da cena atual da Arte Pública ou Arte Urbana (grafite), o que permitiu a contextualização dos trabalhos vistos, por exemplo, nos becos da Vila Madalena.

Essa experiência também faz sentido no aprimoramento do vínculo professor-aluno e certamente facilita o conhecimento, em situações próximas da ludicidade, tornando o aprendizado mais atraente.

Roteiro

 

1) Exposição Murakami por Murakami (Instituto Tomie Ohtake)

2) Mariana Palma, Exposição Lumina (Instituto Tomie Ohtake)

3) Exposição Lindo Sonho Delirante (Galeria Estação)

4) Lanche/Almoço em estabelecimento da região 

5) Ateliê do artista Prozac (grafiteiro)

6) Beco do Batman (Arte Pública)

7) Oficina de Agosto (Arte Popular de Minas Gerais)

 

 

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A mostra estará de 19 de fevereiro a 11 de maio no Centro Cultural Banco do Brasil, com entrada grátis.

O curador da exposição, Pieter Tjabbes explica que as peças são originárias do Museu de Turim, na Itália, o segundo maior acervo do mundo relacionado ao Egito antigo – atrás apenas do Museu do Cairo.

São 140 peças que mostram como era o dia a dia dos egípcios, sua relação com a religião e com a crença na vida após a morte. A preocupação de garantir uma boa vida pós-morte fazia com que os mais ricos abastecessem as próprias tumbas, e com muita fartura de comida, artefatos, meios de transporte e outras riquezas.

A múmia em exposição é de uma mulher provavelmente muito rica, diz o curador, explicando que os processos de mumificação eram diferenciados em qualidade e preço. Essa múmia foi tratada com técnicas primorosas, muito custosas na época.

A sociedade egípcia de então, como hoje, era dividida em várias classes sociais, e a agricultura era importantíssima para a sobrevivência social. O agricultor era obrigado não só a pagar impostos para os governantes, gerando riquezas, como também a trabalhar nas obras públicas, que também contavam com mão de obra escrava. 

A exposição mostra, além de peças da época, maquetes grandes de pirâmide, filmes sobre monumentos e construções em 3D, de forma lúdica ajudando a compreender como era o Egito antigo.

A entrada é grátis, mas, para evitar filas, o interessado em ver a exposição precisa agendar o horário de visitação pelo site http://bit.ly/EgitoNoCCBBSP.

A exposição Egito Antigo: Do Cotidiano à Eternidade ficará em cartaz de 19 de fevereiro a 11 de maio, todos os dias, exceto às terças-feiras, das 9 às 21 horas, no Centro Cultural Banco do Brasil (Rua Álvares Penteado, 112, Centro, em São Paulo, próximo à estação São Bento do Metrô). 

Referências e entrevista com o curador:
https://jornal.usp.br/cultura/exposicao-vai-mostrar-mumia-egipcia-de-3-500-anos/
https://catracalivre.com.br/agenda/exposicao-egito-antigo-ccbb-rio-de-janeiro/
https://www.facebook.com/ccbbsp/videos/219630139215602/
https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/o-que-fazer-no-rio-de-janeiro/noticia/2019/10/12/o-ccbb-faz-30-anos-e-mostra-no-programao-que-o-egito-e-aqui.ghtml

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Cauê Alves,  ex-aluno e ex-professor de história da arte do Ítaca, é curador da exposição sobre o paisagista Roberto Burle Marx, inaugurada no dia 15 de dezembro de 2018, no Mube (Museu Brasileiro da escultura).
Intitulada “Burle Marx: arte, paisagem e botânica”, a mostra – que se divide em três núcleos: arte, paisagem e botânica – reúne obras inéditas e apresenta a faceta polivalente do paisagista.

Um dos maiores paisagistas do século 20, Burle Marx também realizou trabalhos como arquiteto, pintor, escultor, designer, botânico, joalheiro, ecologista e ativista pelas causas ambientais. Foi pioneiro na utilização de plantas nativas em projetos de jardins e parques, no Brasil. Em companhia de botânicos, realizou inúmeras viagens por diversas regiões do país, para coletar e catalogar exemplares de plantas, reproduzindo em sua obra a diversidade fitogeográfica brasileira.É de sua autoria, por exemplo, o paisagismo do aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, e do Parque do Ibirapuera, além do próprio paisagismo do Mube, cujo projeto arquitetônico é  de autoria do arquiteto Paulo Mendes da Rocha (ganhador do prêmio Pritzker, em 2006), o mesmo que foi responsável pela renovação da Pinacoteca de São Paulo, muito premiado internacionalmente.

O público poderá conferir cerca de 70 trabalhos, entre desenhos, pinturas, esculturas, tapeçarias, peças de design, projetos paisagísticos e registros de espécies botânicas e de expedições científicas.

Para Cauê Alves, um lado interessante do trabalho de Marx é o fato de ele ter se antecipado às conversas de preservação da natureza brasileira. "Ele é um personagem que tem uma relação muito forte com o campo da ciência. Foi militante pelas causas ambientais quando essa não era ainda uma pauta da sociedade brasileira", afirma ainda em nota à imprensa, relembrando que o arquiteto se posicionou, na década de 1970, contra a derrubada de árvores para a construção de estradas pelo País.

Breve cronologia
1909 - nasce Burle Marx em 4 de agosto, em São Paulo.
1913 - Muda-se com a família para o Rio de Janeiro, onde fixam domicílio.
1928 a 1929 - Vive período na Alemanha com a família.
1930 a 1934 - Ingressa e frequenta a Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.
1932 - Primeiro projeto de paisagismo para a residência da família Schwartz no Rio de Janeiro.
1934 - Assume a Diretoria de Parques e Jardins do Recife, projeta praças e jardins públicos.
1937 - Cria o primeiro Parque Ecológico do Recife.
1949 - Adquire um sítio de 365.000 m2, em Guaratiba, RJ, onde abriga uma grande coleção de plantas.
1950 - Projeta o Parque Generalisimo Francisco
1953 - Projeta os Jardins da Cidade Universitária da Universidade do Brasil, Rio de Janeiro.
1953 - Projeta o Jardim do Aeroporto da Pampulha,
1954 - Projeta o paisagismo do Balneário Municipal de Águas de Lindóia-SP.
1954 - Realiza o projeto paisagístico para o Parque Ibirapuera, em São Paulo, SP (não executado).
1955 - Projeta o paisagismo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ.
1961 - Projeta o paisagismo para o Eixo Monumental de Brasília.
1961 - Paisagismo do Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro.
1968 - Projeta o paisagismo da Embaixada do Brasil em Washington, D.C. (Estados Unidos).
1970 - Projeta o paisagismo do Palácio Karnak, sede oficial do Governo do Piauí.
1971 - Projeta o paisagismo do aterro da Bahia Sul em Florianópolis.
1971 - Recebe a Comenda da Ordem do Rio Branco do Itamaraty em Brasília.
1982 - Recebe o título Doutor honoris causa da Academia Real de Belas Artes de Haia (Holanda).
1982 - Recebe o título Doutor honoris causa do Royal College of Art em Londres (Inglaterra).
1985 - Doou seu sítio de Guaratiba com seu acervo ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN (na ocasião se chamava Fundação Nacional Pró Memória).
1990 - Projeta o paisagismo do Parque Ipanema, em Ipatinga/MG.
1994 - Morre no Rio de Janeiro, em 5 de junho, tendo projetado mais de 2.000 jardins ao longo de sua vida. O falecimento foi no dia 4 (quatro) de junho.

SERVIÇO
Burle Marx: arte, paisagem e botânica
Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE)
Rua Alemanha, 221 - Jardim Europa, São Paulo (SP)
Até 17 de março de 2019
Das 10h às 18h (terça-feira a domingo)
Mais informações no site do MuBE - https://www.mube.space

REFERÊNCIAS
https://www.guiadasartes.com.br/roberto-burle-marx/exposicao
https://www.arcoweb.com.br/noticias/noticias/mube-realiza-exposicao-em-homenagem-a-burle-marx
https://www.e-pavilion.com/cursoonline/arquitetura/blog/burle-marx-arte-paisagem-e-botnica?fbclid=IwAR0hQbCmGMEOlAdv_6VjNr0YpceW1hsAMiUR7LZc72Q_EbIklzs9CgfJPoE
https://paulomendesdarocha.wordpress.com/perfil/
http://www.revistamuseu.com.br/site/br/noticias/nacionais/5815-29-12-2018-exposicao-no-mube-traz-um-burle-marx-pouco-explorado.html

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“As bibliotecas exercem um verdadeiro fascínio no imaginário das pessoas como lugares de guarda de memórias e produções da humanidade. A questão central envolve a tentativa de preservar, através da palavra, ou em tributo a ela, as sabedorias e também os obscurantismos protagonizados há séculos”, reflete Danilo de Miranda, Diretor do SESC.

Danilo conheceu a exposição “A Biblioteca à Noite”, quando a visitou em Paris, e resolveu trazê-la ao Brasil.
Trata-se de uma experiência imersiva concebida pelo diretor canadense Robert Lepage e a Companhia Ex Machina, inspirada no livro homônimo do escritor argentino Alberto Manguel, que também participou da concepção. O trabalho tem o apoio do Institut Français e Embaixada da França, do Consulado Geral do Canadá e do Escritório do Quebec.

A obra original, do escritor, bibliófilo e discípulo de Jorge Luis Borges, o argentino Alberto Manguel, lançada em 2006, contém ensaios que falam sobre bibliotecas, partindo de sua experiência de organizar seus livros numa construção medieval de uma vila francesa – que ele comprou em ruínas, reformou e transformou em sua casa. 

O primeiro espaço da exposição é justamente uma reprodução da biblioteca francesa do próprio Alberto Manguel, permitindo que o público adentre o universo mais intimista da exposição. A segunda sala, a floresta, é onde começa a experiência imersiva, em realidade virtual. É um cenário fantástico, de árvores de livros e chão de folhas escritas, uma alegoria ao universo da leitura.

A partir daí, o público faz um passeio em realidade virtual por dez bibliotecas reais ou imaginárias: Biblioteca da abadia de Admont (Áustria), Templo de Hase-dera (Japão), Biblioteca Vasconcelos (México), Biblioteca Real (Dinamarca), Biblioteca do Nautilus (20.000 Léguas submarinas), Biblioteca do Parlamento de Ottawa (Canadá), Biblioteca Nacional e Universitária (Bósnia e Herzegovina), Biblioteca Sainte-Geneviève (França), Biblioteca de Alexandria (Egito) e Biblioteca do Congresso (EUA).

A exposição, que já passou pelo Canadá, pela França e Rússia, fica em São Paulo até dia 10/02/2019.

É necessário agendar a visita pelo site:
https://www.sescsp.org.br/programacao/168527_A+BIBLIOTECA+A+NOITE#/content=saiba-mais

Referências:
https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2018/09/assim-como-o-brasil-o-quebec-nao-tem-memoria-diz-canadense-robert-lepage.shtml
http://monitoriafabci.blogspot.com/2018/10/relato-visita-exposicao-biblioteca.html
https://cultura.estadao.com.br/blogs/babel/babel-a-biblioteca-a-noite-exposicao-inspirada-em-livro-de-alberto-manguel-chega-ao-brasil/

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