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postado sob 2020, EF1, EF2, EM

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postado sob 2020, EM, vestibular

Entendendo que o momento da opção profissional é recheado de incertezas e pressões. O Qual é a sua? (ao lado de conversas individuais entre a Coordenação EM e os alunos) tem a intenção de fornecer o máximo de elementos para que cada estudante consiga escolher os próprios caminhos, acertando os ponteiros de seus anseios pessoais com os das possibilidades e necessidades que a sociedade apresenta. 

A PROPOSTA
Qual é a sua? propõe que profissionais convidados contem um pouco da graduação, das escolhas na carreira, das possibilidades de trabalho, dos descaminhos e dificuldades, dos prazeres e conquistas. E, até mesmo, de sua própria trajetória. Longe de ser uma “orientação profissional”, a ideia é que as conversas reflitam a diversidade das experiências, destacando os percalços, os desencontros e reencontros que podem surgir em cada projeto de vida e não só no mercado de trabalho. 

NOVO FORMATO - ONLINE
O encontro foi on-line, obviamente, com dois momentos complementares: no dia 14/7, com 20 profissionais, para todas as turmas do EM; no dia 15/7, pela primeira vez – desejo antigo nosso – tivemos a versão com 9 ex-alunos do Ítaca formados e atuando profissionalmente há cerca de 5 anos a 8 anos, apenas para os alunos do 3º EM.

COMO SÃO ESCOLHIDAS AS CARREIRAS
Como sempre fazemos, a escolha de carreiras foi feita pelo 3º EM. Os alunos do 1º ao 3º EM inscreveram-se para as profissões que desejavam conhecer melhor. Um professor ficou responsável por cada sala virtual, no dia, a fim de receber convidados e alunos, fazer apresentações , mediar perguntas... enfim, todo suporte necessário.

E, maravilhas da tecnologia, pudemos ter o bate-papo até com profissionais que estão fora do Brasil hoje (Ilhas Tenerife) , ou em cidades brasileiras distantes, como Aracaju e Maceió.

Queremos, inclusive, agradecer mais uma vez a disponibilidade e generosidade de todos os envolvidos no planejamento, suporte técnico, organização e, especialmente, aos profissionais, que entendem sempre a importância desses encontros para adolescentes, em momento de decisões importantes , e nos atendem e acolhem as angústias e curiosidades dos alunos.

Palestras do dia 14/07:
Psicologia - Carolina Moriyama
• Rel. Internacionais - Felipe Amorim
• Arquitetura - Olívia Leopardi
• Direito - Antônio Marianno
• Matemática/Estatística - Raul Ferraz
• Nutrição - Lenise Bismark
• Economia - Marcos H. do Espírito Santo
• Jornalismo - Luana Pavani
• Engenharia de Produção - Gabriela Cabel
• Ciências Sociais - Mario Braga
• Esportes/Ed. Física - Rodrigo Coelho
• Design de moda  - Yanaí Mendes
• Biomedicina - Rita de Cássia Ruiz         
• Música - José H. Penna (Peninha)
• Artes Cênicas - Carlos Baldim
​• Medicina - Célia Moreira
• Engen. da Computação - Priscila Andrade
• Engenharia Civil - Marco Alessandro Santoni
• Cinema/Audiovisual - Marcela Campanerut
• Biologia - Kauê Senger

Palestras dos ex-alunos, dia 15:
• Biologia - Flávia Ferrari
​• Artes Cênicas - Débora Peccin 
• Medicina - Gabriel Pardo 
• Administração - Leonardo Sanchez
• Música - Ariel Coelho 
• Pedagogia - Thaís Naletto
• Jornalismo - Juliana Cunha
• Direito - Fábio Aspis
• Relações Internacionais - Mateus Catunda

foto reprodução
forma de paçoca
foto reprodução
Paçoca com cacau
foto reprodução
foto reprodução
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O amendoim 

Chamado de mani (enterrado), em tupi - mas também nomeado, no Brasil, como mandubi, mendobi, mindubi, miunuim, mudubim, menduim, manobi - , o amendoim é um alimento popular em todas as regiões do Brasil, em apresentação doce ou salgada, e é ingrediente principal de muitas receitas tradicionais, como paçoca, pé de moleque, bolos e até sorvetes. Embora sua origem não seja certa, há relatos de que tenha surgido na América do Sul.

Alguns especialistas acreditam que a leguminosa foi descoberta no Brasil ou tenha surgido na região do Gran Chaco, localizada entre o Paraguai, norte da Argentina e Peru. Porém, há documentos de 3.800 a.C. a 2.900 a.C. afirmando que a semente surgiu ao leste dos Andes, onde era muito utilizada pelos indígenas. Amendoins foram encontrados, ainda, nos túmulos dos incas, para que, seguindo a crença, os mortos pudessem se alimentar durante a passagem para “o outro lado”. Mas não se sabe exatamente quando ele começou a ser utilizado regularmente como alimento.

Para o mundo

Sua maior difusão pelo mundo deu-se no século 16, quando os espanhóis chegaram à América: liderados por Cristóvão Colombo, os colonizadores encarregaram-se de levar a novidade para Europa, Ásia e África. 

Em torno de 1560, a semente foi introduzida na África Ocidental e, no início do século 17, a planta do amendoim já era comum em toda região tropical oeste do continente africano.  A expansão aconteceu também com a ajuda dos escravos, que, conduzidos à América do Norte, levaram junto o amendoim. 

Amendoim no Brasil

O Brasil já foi um grande produtor de amendoim. Em 1970 o país atingiu uma marca significativa de toneladas, mas desde então os números caíram porque seu cultivo foi substituído pelas plantações de soja. A partir de 1995, novamente intensificou-se o seu plantio, de norte a sul. Hoje, São Paulo é responsável por 80% da produção nacional, sendo que 22% são exportados e o restante é utilizado internamente, destinando-se principalmente à produção de confeitos, doces e salgados.

Paçoca e pé de moleque: doces feitos com amendoim e ícones principais da cultura

Acredita-se que o pé de moleque surgiu no século XVI, com a chegada do açúcar à Capitania de São Vicente. Sugere-se que sua criação pode ter influência dos doces árabes, feitos com mel e pistache, e levados para a península Ibérica e Península Itálica, gerando os turrones ou torrones. 

Segundo Mouzar Benedito, “muita gente acha que o doce tem esse nome porque é da cor dos pés de moleques que, andando sempre descalços, não tinham o costume de lavá-los. 

Mas a cantora lírica Bidu Sayão (1904 – 1999) contava outra história. Segundo ela, no começo do século XX, havia muitas baianas que vendiam doces em tabuleiros, no Rio de Janeiro. Os meninos gostavam especialmente desse doce de amendoim mas, como não tinham dinheiro, furtavam das baianas e elas ralhavam com eles para não roubarem. Diziam para pedirem: Pede, moleque! Pede, moleque!”

CONFIRA ALGUMAS RECEITAS
Paçoca de amendoim
https://www.youtube.com/watch?v=BwvpFwpacJk&list=FLLIQIgZBuPgyA4gNLrsELSw&index=201
https://cozinhatecnica.com/2019/06/pacoca-de-amendoim/​
https://medium.com/a-faca-que-fala/cinco-maneiras-de-fazer-paçoca-354c896fd58e

Pé-de-moleque
https://www.panelinha.com.br/receita/Pe-de-moleque-com-laranja
https://www.receitasdatiaso.com/2011/06/pe-de-moleque-macio.html​
https://www.tudogostoso.com.br/receita/119334-pe-de-moleque-caipira.html


Referências
https://www.pucsp.br/maturidades/sabor_saber/index_60.html
http://www.restaurantefrutosdaterra.com.br/a-origem-do-amendoim/
https://revistapesquisa.fapesp.br/da-mandioca-ao-milho-do-indigena-ao-caipira/
https://www.brasildefato.com.br/2017/10/11/de-favela-a-pe-de-moleque-um-causo-sobre-as-origens-das-palavras/
https://rsamaquinas.com.br/a-origem-do-pe-de-moleque/

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