A Importância dos Simulados | E.M.

Simulados no Ensino Médio do Ítaca

O ciclo renova-se: os exames vestibulares e o Enem estão chegando. E, com eles, vêm angústias, em especial relacionadas às provas em si: como me sairei, a melhor forma (para mim) de organização, vai dar tempo… e outras…

Aí é que, antes, entram os conhecidos simulados, tornando familiar (por semelhança e por repetição) o que será, mais tarde, resolver longas provas que costumam gerar tensão e ansiedade.

Assim, mais do que entender estilos de questões ou testar conhecimentos, essas simulações permitem ao estudante saber quem ele é ali e como se comportará na situação similar real.  Envolvem aspectos mais individuais, de familiarizar-se com suas ações e reações, aprendendo sobre si e alterando ou não atitudes, antes de vivenciar os momentos reais de pressão e tensão.

Isso tudo faz da prática de simulados uma ferramenta relevante para aprender e testar controle emocional e físico, diagnosticar áreas que requerem revisões, conhecer o estilo e a estruturação das provas, gerenciar tempo…

Portanto, transformá-los em nota para compor médias escolares é fugir à sua real significação e transformá-lo em mais uma fonte de pressão (valer nota), que não lhe cabe.

Por isso, no Ensino Médio do Ítaca (1º a 3º ano), simulado é simulado, e cumpre bem o papel a ele destinado: não é obrigatório (mas os inscritos sempre superam os 90% dos estudantes), não “vale nota” e simula não só a prova em si, mas todo o ambiente e exigências dos exames.

A parceria, nessas ações, é com um cursinho pré-vestibular de excelência, em São Paulo: seus simulados para o Ítaca, durante o ano, abrangem Enem, USP, UNICAMP, UNESP.

Texto por: Mercedes